O trabalho de verdade está antes disso, e é curto: listar as perguntas que se repetem todos os dias. Quanto custa, qual o horário, se atende no sábado, se precisa marcar, onde fica, se aceita convênio. Essa lista é o que a assistente usa para responder — ela não inventa informação que o negócio não cadastrou.

Três pontos que costumam definir se a automação ajuda ou irrita o cliente:

  • Responder o que foi perguntado. Menu de opções numeradas obriga o cliente a traduzir a dúvida dele para a sua estrutura. Ele já escreveu a pergunta em português.
  • Ter saída para humano. Caso raro, reclamação e negociação são conversa de pessoa. A automação precisa passar a bola sem o cliente pedir três vezes.
  • Não prometer o que não sabe. Quando a resposta não está cadastrada, o certo é registrar a dúvida e avisar que alguém responde — não improvisar.

Na Zarpando essa configuração é feita numa conversa curta, em que o dono descreve o negócio, e a conexão com o WhatsApp é por leitura de QR code, sem instalar nada no aparelho.